quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Mumificação

Total ou parcial. Uma forma de imobilizar e desestruturar o sub.

Bondage e Imobilização


Foot Worship

Dois pés, dois escravos e por que não?



CBT

A maioria das Dommes gostam, é uma prática que contém diversas nuances. Vai de simplesmente masturbar sem deixar gozar, a chutes... É um enorme leque, onde pode-se prender, bater, amarrar, morder, chutar... Cada uma escolhe a forma de fazer seu CBT (Cock and Ball Torture, Cock Torture, Cock Bondage, Genitorture).


Cock Bondage

A intenção, é prolongar a ereção, fazer doer, e dar prazer a Domme.


Forced Bi

No fundo, bem escondido no seu ser, todo homem gostaria de chupar um pau, nem que seja o dele, de borracha, de um travesti ou de outro homem, mas poucos assumem isso, sem se sentirem culpados. Sociedade hipócrita não?

MULHERES FÁLICAS

As mulheres fálicas agem centradas no direito do seu próprio gozo, não abre mão do poder que usa sem pudor e culpa.

ALGUMAS DICAS DE HUMILHAÇÃO


Segue um conjunto de sugestões de humilhação retiradas e ampliadas dos sites Indominável Sub, Apud Chastity Lifestyle.

Eu trabalho com seu ID!

Gosto de coisas rebuscadas, complicadas, difíceis.
Sempre quis saber o motivo de tudo, conversei com pessoas, que me davam uma indicação e eu ia procurar saber mais. A psicologia me encanta. Então saber usá-la, tem se tornado fundamental.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Necessidade de ser um.


Enquanto não atravessarmos a dor de nossa própria solidão,
continuaremos a nos buscar em outras metades.
Para viver a dois, antes, é necessário ser um.

Crer ou não crer? Eis a questão!


Hoje eu acordei pensando em quanto eu creio.. É, creio nas pessoas, creio nas histórias (ou seriam estórias rs), creio no ser humano de um modo geral. Mas tenho tomado tanta porrada, visto tanta mentira e enganação, que estou com medo.. Não é medo do ser humano não, é medo de deixar de crer.
Viver desconfiada 100% do tempo, não é minha praia.. Eu acredito na bondade das pessoas, na sinceridade, na falta de necessidade de mentir, já q a net protege vc tb desse lado.. Mas o q vejo, são pessoas (não é só no BDSM) usando de mentiras para serem mais do q são, para serem agressivas, e para rirem por poder enganar e tirar proveito de outrem.. Deve ser um novo fetiche, talvez criado por Bill Gates, não sei.
Paro para pensar e pergunto sinceramente, o que se ganha com isso? Já que uma hora, toda a mentira dita virtualmente, no real vai ser desmascarada... ou, não haverá um momento real, pq depois de tanta mentira, como mostrar a cara e dizer q isso ou aquilo não era verdade.. Quem perde nesse momento??? A pessoa que foi tapeada, fica chateada, é claro, mas ela sempre vai dar a volta por cima e seguir seu rumo.. E aquele (a) que mente, vai tb seguir seu caminho e continuar enganando. Mas deve ser doloroso, no fim da jornada, ver que para existir, tem que mentir.. enganar, tapear, ser o q não é, não construir nada com ninguem, nem ao menos amizades.. É um prazer muito pequeno. e pouco duradouro..
Chego a pensar, que eu estou errada, por colocar o que penso.. e falar a verdade.. Por acreditar nas pessoas, julgando-as por mim.
Sim, é verdade.. me tapear é fácil, julgo as pessoas pelo que sou,  não perderia meu tempo, inventando histórias para manter um papinho na net, eu sou prática, objetiva e tenho delineado o que eu quero.. E por falar, muita gente "tenta" se aproveitar, dizendo que também quer o q quero ou é o que eu procuro.. E com isso, eu perco um tempo enorme, com bla bla bla . Mas quando chego a conclusão, que akilo não passa de uma conversa para boi dormir, dou um basta e vou a luta..
Muita coisa, eu ainda não consegui em minha busca.. Mas ainda posso olhar nos olhos de quem conheço, conversar numa boa e continuar buscando, sem nenhuma vergonha.
Sou cabeça dura.. vou continuar acreditando que o ser humano pode ser melhor do que ele pensa.  E um dia, acharei um coro de vozes que estarão ao meu lado e quem sabe, entre elas, eu encontre finalmente aquele a quem busco..

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Quer Participar dos Chats SM?


Algumas recomendações úteis:
1)Um chat SM não é diferente de outras formas de socializar-se: a educação, o respeito, o bom senso e a ética são importantíssimos.
2) É a sua primeira vez em um chat SM e você não sabe nada sobre o assunto?
Observe, peça informações e indicações de onde pode ler sobre BDSM, mas não importune a quem não se dispõe a explicações, é muita coisa para digitar em um chat! E existe o Google!
Uma boa dica, que sempre dou é o Site dO Carcereiro eu mesma, aprendi muita coisa por lá.
3)Particularidades do chat SM:
-Se está em busca de "sexo" virtual, errou de lugar. Embora os chats SM estejam na classificação de Sexo, não é a proposta da maioria.
-Se quer se divertir, simpatizou com o chat, há diversidade de assuntos e humor no chat SM. Aproveite!
-Em BDSM a liturgia e alguns preceitos são usuais e muitos só agem dentro desses parâmetros, real ou virtualmente. Respeite e será respeitado(a).
-Os(as) Tops, Dominadores(as), habitualmente usam seus nicks em letras maiúsculas e denominam-se Senhor(a), Mestre, Mistress, Rainha, Dom, Domme, Dono, Dona, Lord, Lady e/ou nicks que refiram-se ao sadismo, ao poder, etc.
-Os(as) bottoms, submissos(as) costumam usar seus nicks em minúsculas e nomeiam-se sub, escrava(o), cadela, servo(a) ou apelidos que lembrem masoquismo, obediência, docilidade, escravidão, devoção, etc.
-Os pares ou casais existentes são entre Top e bottom e a submissa costuma usar uma marca virtual - uma coleira, uma algema ou uma tornozeleira - com as iniciais ou o nome do(a) respectivo(a) Top.
Assim vê-se nicks compostos como {fulana}_Sr.FULANO (a fulana é sub do Senhor FULANO), poderia ser também {fulana}_SF ou ainda fulana_{SF}. Também podem ser ( ), [ ], ¥ ¥, ¶ ¶, etc.
Conselho: ao dirigir-se a uma sub com Dono ou aos próprios Doms, escreva a mensagem no aberto e não reservadamente. Lembre-se que são pessoas "compromissadas" e as vezes estão juntas no chat. Poupe-se de um fora e de incomodar. Se sua intenção é fazer amizades, seja cordial.
-É comum os bottons (subs) não teclarem no reservado, só fazem quando necessário, mesmo os que não tem Senhor(a)/Dono(a)/Mestre/Mistress.
Conselho: não perca a chance de conhecer alguém interessante por esse detalhe.
-Você não é obrigado(a) a nada, muito menos a se definir como isso ou aquilo. Não tem que obedecer a ninguém, mandar muito menos.
-Preserve-se, não dê informações pessoais, nem mesmo no Skype. Não se iluda com o que vê no chat, não é porque alguém tem contatos ali que é confiável!!!
Segurança é fundamental nos dias de hoje e em BDSM mais ainda! Um(a) Dominador(a), Senhor(a), Mestre ou Rainha não pode forçar alguém a fazer algo para provar ser submisso(a)! Submissão é OUTRA COISA, não envolve dar ou emprestar dinheiro ou bens materiais, revelar segredos, expor-se precipitadamente, acatar ordens que lhe pareçam perigosas, etc...
Conselho: como em qualquer relação, em BDSM as coisas devem acontecer consensualmente, de forma gradual e satisfatória para ambos. Não deixe suas carências atropelarem você!!! Acredite: a ressaca é braba!

Eu não dou EXCLUSIVIDADE!


Dentro do contexto BDSM, exclusividade não quer dizer falta de fidelidade, pois sou fiel ao que me proponho.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

S & M Segurança


Questões de segurança emocional

Nem tudo é sobre parte física ...

Nem todo mundo está à procura de amor. Mas mesmo se você está apenas à procura encontros puramente físicos, ainda vale a pena entender como as emoções podem entrar em jogo.

Condições precedentes para a maioria das relações de troca de energia eróticas sustentáveis ​​são o amor, respeito e confiança mútua. O jogo é tudo sobre sentimentos e emoções. Se você está envolvido em um relacionamento ou apenas quer participar de uma cena, as emoções do parceiro estão sempre em movimento. Segurança tão emocional (mental ou psicológica, se quiser) é tão importante quanto os aspectos técnicos e físicos de segurança.

A confiança não é algo que você tem quando começa, é algo que você conquista. Isso leva tempo e esforço. Se você quiser construir uma relação com aspectos eróticos em troca de poder, você precisa trabalhar para isso. Se você estiver em "sessões " a curto prazo, a confiança é um problema. Você pode apenas ter que acreditar em alguém com base em sua palavra. Isso é difícil e requer insight.

A base da segurança emocional está previsto nos conceitos. Mas há mais do que isso do ponto de vista D / s. Nessas trocas o dominante tem a maior parte deste. O Top tem que ganhar a confiança e seu carisma é muito importante. Uma pessoa autoconfiante terá problemas menores em ganhar a confiança de alguém que está nervoso ou incerto. Este é um dos principais problemas para os novatos.

 Questões de proteção

A proteção é uma outra questão importante quando se trata de segurança emocional. O bottom geralmente vai procurar certos tipos diferentes de proteção. Por exemplo a proteção em situações de incerteza e vulneráveis e, por vezes, proteção e orientação em relação aos seus próprios sentimentos e fantasias. O Top, não pode e não deve assumir tudo isso, mas certamente pode ajudar e orientar.

 Em cena - Fora de cena

A Dominadora tem que entender que só porque um submisso não usa a palavra de segurança para parar a situação, isso não significa necessariamente que ele está totalmente confortável com o que está acontecendo. Às vezes você pode ter que pedir explicitamente aos seus parceiros se eles ainda estão bem, se quer usar a palavra de segurança e às vezes você vai mesmo ter de pedir verbalmente, perguntando. Se você estiver incerto sobre suas respostas, pergunte! Não usar uma palavra de segurança é um problema bem conhecido dos iniciantes. Você tem que aprender que não usar uma palavra de segurança não tem nada a ver com orgulho e que você não vai decepcionar seu Top. Não usar uma palavra de segurança, transformando a cena em um desastre é simplesmente estúpido.

 Abuso

Por favor, lembre-se que NUNCA acontece nada que seja realmente contra a sua vontade na troca de poder erótico, isso seria um completo ABUSO . Se você ainda tem a menor sensação de que está inseguro, nesta dominação, ou com a impressão de que pode acontecer alguma coisa contra a sua vontade e se não se sente SÂO e SEGURO, NÃO faça, não aceite, não vá para esta cena. Se você tem a sensação de que você está em um relacionamento abusivo, procure ajuda. Troca de poder erótico não é uma desculpa para o abuso. Nada é.

O que é um Safeword?

Vermelho: PARE!!!! Amarelo: Atenção, uma paradinha!!

Como usar uma ...

Uma das emoções do BDSM é que ele pode esticar suas limitações. Se você gosta desse tipo de jogo, você pode, naturalmente, encontrar-se tentando mais e mais coisas novas, aceitando cada vez maiores níveis de sensibilidade, fazendo e sentindo-se mais do que você já fez ou sentiu antes. Mas o processo é lento e gradual, e as pessoas não são telepáticos.
Pode ser que você está no meio de uma cena de açoitamento, e seu Top está chicoteando você, e de repente ele não se sente mais tão bom! E você quer que ele pare! Isso é o que a palavra de segurança é: a palavra de segurança. "Isso não está funcionando Esta cena vai de alguma forma errada Por favor, pare!"
A palavra de segurança precisa ser levada a sério. Às vezes você pode estar jogando com um top que você não conhece muito bem, e se ele faz algo para você que você não quer, é importante que você tenha uma maneira de deixá-lo saber, imediatamente. Especialmente se você estiver amarrado ou de outra forma impotente.
Todo mundo tem sua própria safeword favorita. Eu pessoalmente uso "Amarelo!" para significar "algo está muito intenso, forte, eu preciso de uma paradinha para me acertar ou me posicionar melhor, mas eu não quero parar a cena", e uso "Vermelho!" ou "meu nome" para significar que "estou com problemas e eu quero que tudo pare agora, não há mais jogos, a cena acabou, deixe-me sair daqui!"
Algumas pessoas têm um sabor da palavra de segurança, e usar o "porco da terra", ou alguma outra palavra estranha que nunca diria no contexto de uma cena. Em muitas partes, a palavra de segurança universal é "Safeword!" ou "Clemência". Cabe a você. Tudo o que é uma válvula de segurança para quando as coisas ficam fora de controle. Se o seu Top não respeitar a sua palavra de segurança, é uma aposta segura de que ele não vão respeitar os seus outros limites, e você terá que decidir se você quer jogar com alguém que não reconhece seus limites.
É importante perceber que ninguém é perfeito, e se você como Top fizer algo que force seu bottom além dos seus limites, isso não significa que você é um Top ruim ou uma pessoa má. Significa apenas que você foi para dentro de um limite que você não sabia que estava lá, ou você estava cansado ou desligado e não em sintonia com o seu botton. Acontece com todo mundo de vez em quando.
Se você, se sente cansada e quer parar a cena de repente, ou você tem uma reação poderosa que você não estava esperando e não tem certeza de como continuar, você pode usar uma palavra de segurança também; safewords não são apenas para bottoms! Se você, como sub sentir como seu Top está empurrando você, e você não quer mais jogar, e não está mais divertido, é quando você pode usar uma palavra de segurança - o Top ficará feliz por você avisa-lo de que não estava bem.
A palavra de segurança é apenas uma ferramenta de comunicação, nada mais, nada menos. Alguns Tops deliberadamente empurram seus subs até que falem a safeword, desta forma, o sub tem a experiência de usá-la. A palavra de segurança para quem nunca usou pode parecer inutilizável, o que não é uma boa propriedade para uma safeword.
Às vezes, a Top vai querer amordaçar você, seja porque você está sendo muito barulhento ou porque quer aumentar a sua impotência ou você está sendo impertinente ou qualquer outra coisa. Você ainda pode querer uma palavra de segurança para deixar o Top saber quando uma corda está muito apertada ou os grampos nos mamilos estão beliscando ou qualquer outra coisa. Algumas pessoas colocam um lenço na mão do sub, se soltou e o lenço cai, eles sabem que é o sinal de que devem parar. Eu pessoalmente uso uma espécie de sinal de SOS Telegráfico: " Unh Unh Unh" três altos gritos espaçados uniformemente. A mordaça pode parar todo o ruído, e este sinal funciona mesmo se as mãos estão luvadas ou em uma camisa de força e incapaz de realizar qualquer movimento.
Antes de jogar com alguém, é uma boa idéia negociar, e não apenas a safeword você quer usar, mas como você vai lidar com isso, se você precisar usar a safeword. Quando você está apenas começando em SM é quase inevitável que algumas cenas vâo acabar prematuramente ou abruptamente.
E por causa de uma cena que deu errado não há razão para pensar que você ou seu parceiro são fundamentalmente maus ou desonestos - erros podem acontecer.


Mas se o seu parceiro não quer ouvir as suas preocupações sobre qualquer falta de segurança ou prováveis acidentes, no entanto, ou se depreciar ou ridicularizar suas preocupações, você pode muito bem ser incapaz de evitar contratempos futuros. Naturalmente, este tipo de tratamento é uma parte vital de qualquer relacionamento saudável, bdsm ou não.


Nem todos os jogadores bdsm usam safewords. Algumas pessoas no BDSM não as acham útil para o estilo de jogo que eles preferem, basta uma comunicação mais simples para eles.Alguns parceiros acham que a necessidade de uma palavra de segurança diminui gradualmente à medida que eles vão se conhecendo melhor um ao outro. Esta prática sem safeword play também é às vezes chamado de "edge play")

Uma coisa que você vai aprender sobre a cena bdsm é que os estilos variam muito, e as experiências das pessoas são surpreendentemente diversificada. Mas para muitas pessoas que estão começando suas experiencias nesse meio, (ou alguns que muito já exploraram), safewords provaram ser muito útil.

Baseado no material escrito por Rob Jellinghaus;

Genitorture.


"C & B play" Cock and Ball Play.
"Genitorture" significa "tortura genital". Este é um assunto que faz com que alguns homens corram de medo e faz com que outros homens instantaneamente fiquem eretos e ávido por mais. Os órgãos genitais masculinos são ao mesmo tempo a parte mais vulnerável e mais sensível do corpo masculino, então é claro que muitos TOPs gostem de brincar com eles.

Cockrings são anéis que vão em torno de seu pênis, geralmente em torno da base do mesmo, atrás das bolas. O pênis fica ereto quando os vasos sanguíneos se contraem em sua base (por causa da excitação), prendendo o sangue no pênis e fazendo com que ele inche. Anéis penianos têm um efeito semelhante, prolongando a ereção na maioria dos homens que os usam. (Eles também contraem a uretra, o que fará com que qualquer orgasmo mais doloroso. Isto não é perigoso, a menos que feito repetidamente.
A maioria é feita de couro, com encaixe ajustável, para que você possa apertar ou afrouxar-los para atender (bem como removê-los facilmente). Alguns são feitos de borracha. Alguns são mesmo feitos de metal, mas as de metal podem ser perigoso, se você colocar um demasiado pequeno no seu pênis não ereto, o pênis pode ficar tão ereto que você não pode removê-lo - e, se for muito apertado , vai evitar que o seu pênis amoleça. Isto pode envolver uma viagem para a sala de emergência e o uso de alicate. Não é brincadeira.
Alguns anéis penianos tem anéis múltiplos, por trás das esferas, em torno dos próprios, e em torno da base do veio de esferas. Algumas pessoas gostam de usar _los para esticar as bolas para longe do corpo.

Dicas de segurança: A diretriz mais ampla é ir lentamente até que você saiba o quanto você pode aguentar. Se a dor de uma determinada atividade começa a se espalhar para outras áreas do corpo, ou se a dor dura por um longo tempo após o termino da estimulação, você já deve ter ido além de seus limites. Você não vai chegar a esse ponto, geralmente, se você conhecer o seu tempo. Como acontece com qualquer prática SM, se você se encontra em dor mais tarde, ou se você notar qualquer anormalidade em seu pênis ou bolas quando flácido ou ereto, consulte um médico. Claro, evite qualquer prática que puxe extremamente forte ou torce os órgãos genitais com força exagerada, há muitos ligamentos e vasos sanguíneos lá, isso pode causar danos que podem tornár difícil para você ficar duro. Mas o pau e bolas podem lidar com chicotadas ou tapas, desde que seja feito com cuidado, por quem sabe.
Essa prática, num escravo, pode ser feito com tiras de couro, fitas, cordões de veludo, cordas finas,cadarços, elásticos, etc.. Seja como ornamental; amarrar um pênis ereto pode criar um trabalho delicioso de arte, e provoca-lo depois disso pode ser ainda mais artístico. Não espere C & B de um escravo para manter um pau duro por tempo indeterminado; pênisgalos normalmente irá receber macio, se não estimulado, e da escravidão que _will_ mantê-lo rígido pode ser perigosamente apertado. Em qualquer caso, não se esqueça que você pode remover o cativeiro rapidamente, como sempre.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Quem tenta, não faz, já deu a desculpa.


Quando eu era mais nova, tive um problema no joelho e eu tinha que esperar um bocado e com dor, para dar o passo seguinte, travava.. era horrível. Me tratei, mas tinha medo, de algumas coisas, como subir a Pedra Bonita, por exemplo. Sempre pensava: Eu vou tentar.. eu vou tentar.. e acabava, ficando lá embaixo.. Até que um dia, eu pensei: Tentar tá me dando a chance e a desculpa para não FAZER. Eu sempre vou tentar.. mas se não conseguir, tá tudo bem, pq eu estou só tentando e QUEM TENTA, NÃO FAZ.. e já está desculpado.
Pensando assim, fui e pude desfrutar da beleza da vista da Pedra Bonita.. depois a Gávea.. Parei de TENTAR, comecei a FAZER!

Sempre pensei que era muito fácil, também, pedir desculpas.. Sempre achei isso.. pra mim, desculpas e perdão, são chances que nos damos para errar.. para vacilar.. para continuar pecando.

Não gosto de coisas fáceis. Banais.. Sempre me questionei em tudo..

Nunca gostei de ter que pedir desculpas, porque isso acaba mostrando o quanto eu não estou me esforçando, quer seja para entender alguém, quer seja para cumprir algo, quer seja por magoar.. ou qualquer outra coisa. Não gosto de errar.

Como faço?? Simplesmente, faço o que tenho que fazer, não magoo, não peco, não maltrato, não deixo de cumprir..

É muito fácil, você magoar alguém e logo a seguir pedir desculpas.. É só uma palavra ou acaba virando uma justificativa e um vício. Pois é repetido diversas vezes. E é por isso, que muitas pessoas erram e continuam errando sempre, pois é fácil pedir desculpas. Difícil é não errar, não vacilar, não magoar, cumprir, fazer..

Perguntas Rápidas Que Me São Feitas


Quando ingressei no BDSM, eu li bastante, conversei bastante, como já disse há alguns posts atrás. Mas alguns submissos tem me feito, algumas perguntas, bastante pertinentes. Vou coloca-las aqui para que possam, quem sabe, consultar, como uma forma mais rápida de me conhecer, matar a curiosidade e me poupar tempo .

  1. A Sra tem quanto tempo de BDSM? Tenho em torno de 4 ou 5 anos.
  2. A Sra tem quantos escravos? No momento, não tenho nenhum. (Vou atualizar isso sempre, espero)
  3. A Sra já teve escravos? Sim, já tive alguns. Em torno de uns 8, mas só 3 foram fixos e constantes.
  4. A Sra namoraria seu escravo? Sim, por que não? Sou mulher, ele é homem, nada impede, mas a minha prioridade no momento é o BDSM.
  5. Por que a Sra não faz inversão? Inversão virou uma rotina, um motivo para qualquer pessoa que gosta de ser invertido, achar que é escravo. Não estou aqui para satisfazer homem que sente coceira no rabo. Inversão, é uma humilhação e não um saciamento.
  6. Que prática a Sra não abre mão? CBT, não abro mão, escravo que não curte e que não está aberto a tentar, nem precisa permanecer conversando.
  7. O que é essesncial para a Sra, num escravo? Comprometimento. Se ele não é comprometido com a proposta, não me serve. Escravo que entra na relação para ser servido quando quer, pra mim não dá.
  8. O que mais lhe incomoda, atualmente? A falta de discernimento dos subs em ver quem é confiável, quem é séria, quem não é Domme de araque.
Aos poucos, vou aumentando essa lista..

domingo, 8 de setembro de 2013

Coragem, onde está você?

Coragem, o cão covarde!
Alguém poderia me responder, por que há tanta covardia em relação a servir no real??? 
Que prazer há, em ficar nessa lambeção de tela que todo mundo quer, antes de ir para o real e sentir o toque.. o cheiro.. o gosto???
Eu devo estar cada dia mais doida com esses meus conceitos.. 
Mas alguém pode me responder, onde está a coragem.. e onde estão os escravos de verdade?

No Chat.. e meus desejos.


Acontecem coisas no chat, que eu particularmente odeio... E se o botton soubesse, não chegaria a mim dessa forma, mas, como não são videntes, vou ajudá-los:

  1. Oi, tem Skype?  - Pra mim essa é uma da piores abordagem... Já se acha o tal.. mas tadinho. é só um curioso.. rs
  2. Boa Noite, quero ser seu, Senhora.  -  Gzuis amado, como ele quer ser meu, se nem ao menos sabe quem sou, é desespero ou é uma brincadeira? Se é brincadeira, aguenta, pq vou brincar... rs
  3. Boa Noite, Sra, posso lhe servir? - Bem, nesse momento, a minha resposta é NÃO!!! ou COMO??? e quando é Como, na maioria das vezes eles nunca sabem o que responder, então, pq se oferecem???? Mas eu também peço café, e como eles não podem trazer, respondo que é impossível ele me servir.
  4. Sra, estou ajoelhado a seus pés. Fala sério, (as vezes até me certifico, olhando para meus pés, rs) quem acredita nisso ainda num chat????
  5. O que eu preciso fazer para ter a chance de servi-la?  -  Minha resposta é, sair do meu nick.. Se eu ja disse q não quero, pq insistem???
  6. Se não me quer como escravo, o que está fazendo na sala então? - Acreditem, eu já li isso.
  7. Depois de eu ter dito que não estou interessada, por algum motivo, lá vem eles: Sra, me dá uma chance, eu sou um ótimo sub!!  Não é não, um bom sub, agradece ao ser dispensado e para de perturbar. 
  8. Outra vez, depois de eu ter dispensado: Ok, a Sra não sabe o que está perdendo!!! Essa é ótima! Se eu dispensei, conclui-se que nem quero saber, não é??? Deve ser a ultima latinha de refrigerante gelado no deserto.
  9. E por fim.. depois que eu canso de dizer não e passo a não mais responder, vem a pérola: "vai se fude". Dessa forma, deve ser com areia. Aprendam, é FODER.
  10. Sra, me dê uma chance, sou sensitivo, sei que daremos certo. - Sem comentário.
  11. E por fim, quando não tem mais o que dizer, teclam: "Seu viado com nick de mulher!!"
Olha.. teve dia em que eu fui de Majestade a Viado em menos de 30 minutos.r
Gente, pelo amor dos Deuses do Olimpo, não dá para manter uma conversa normal, com respeito e cordialidade? Não sei quanto as demais Dommes, mas eu gosto de, no chat, conversar, as perguntas são respondidas no meio da conversa naturalmente. Mas parecem que se não falamos sobre práticas (O que gostas??) não sabem conversar mais nada.

Podem falar o que quiserem, no momento, eu não estou nem ai para a opinião alheia a meu respeito. Eu descobri e "desenhei" em minha mente o tipo de escravo que eu quero, se não for desse jeito, não será nenhum..

Uma das qualidades, é a cabecinha, que não pode ser de vento. Dominar um acéfalo, não tem graça nenhuma, até uma criança, de olhos fechados domina.  Então ele tem q ter um pouco de massa cinzenta e funcionando, pq aquela coisa amorfa, não me interessa.

Outra coisa que eu desejo, é um escravo livre.. Ai começa o problema.. A SRA QUER É CASAR!!! São ótimos esses escravos de Chat.. Mas eu sou paciente demais.. e respondo.. Não, meu anjo, mas posso apostar que sua querida Dona (esposa), não vai gostar nada, quando olhar marcas estranhas em vc, tb acho que ela não vai deixar vc me servir a sexta a noite ou sábado de tarde e muito menos domingo de manhã.. Bem, acho tb que ela não gostaria nadinha, de ver o marido com um cinto de castidade.. Seria lindo não??? Ou será que eu, vou sempre ter que abrir mão das minhas vontades pq o escravo é casado? Então, quem manda em quem??? Quem decide.. Suponho, mas só levemente, que seja eu.. Então, eu desejo escravo Livre..

Outra coisa.. Escravo que só pensa em inversão. Chega né?? Pensa comigo. Se quer ser invertido o tempo todo, existe uma sala, criada por assinantes que se chama M Come H, vai lá, é o lugar certo. Comigo não tem mais essa de H Passivo, eu quero um Escravo. Se eu quiser inverter, vai ser quando eu quiser, e na quantidade de vezes que eu quiser e atente bem para esse pequeno detalhe SE EU QUISER. Não quero mais um cara com coceira no rabo, uma vez por semana, enchendo minha paciência. Eu quero muito mais que isso. Existem muitas coisas no BDSM, que não se resume só em consolos, plugs e inversão.

Quero escravo masoquista, submisso. Não quero CDs,  que só pensa em se montar e sessões quando querem.. Po, fala sério é a minha vontade ou a deles(as)? To fora!!! Já tive umas "coisinhas" assim, pra nunca mais. Posso até humilhar, mandando usar algo, mas para humilhar e não para me sujeitar ao vício dos outros.

Acho que está bem delineado na minha cabeça, o que eu quero. Se vou encontrar, são outros quinhentos. Mas, como diz um sub amigo meu: "A Sra ta cada dia mais seletiva".. e eu digo pra ti, querido. Não é para estar?? Eu mereço!

Bem, sou sádica. Quero spanking, bondage, privações, as delícias de um CBT, um cock crushing e quem sabe mais o que.

Ah, mas não faço, de jeito nenhum: Scat, Agulhas, Zoo, Queimaduras, Choques, Montar CD.. no mais. tudo é festa.

Bem, to voltando e é pra ficar.

Não vem escravo lixo, pois eu não sou COMLURB!


Pode parar por ai, se você se acha um lixo.
Eu gosto de gente com auto-estima lá no céu, se você é escravo lixo, nem chega perto, pq meus escravos sempre são pedras preciosas, precisando de uma lapidação ou as vezes só de uma boa limpeza, para que voltem a brilhar.

Essa coisa de "Eu sou um verme, Sra"; "Sra eu sou lixo"; "Sra, eu sou um inútil", me cansa. Se você é um inútil, como é que pensa em servir a mulheres que são Rainhas, Deusas, Poderosas, Mandonas ou Donas? Inútil só atravanca espaço, só perturba com choradeira, só sabe reclamar e dizer q tem medinho disso ou dakilo. Inutil não me serve, verme não me agrada, e lixo, sai prá lá que eu não sou COMLURB!

Confiar

Confiar no início é como andar numa corda bamba, mas vai, se vc desequilibrar eu seguro. Confie!
Depois de um retorno a essa posição, após quase 2 anos fora, voltei estranhando muitas coisas.

A primeira das coisas que eu notei, foi a enorme quantidade de pessoas curiosas, ou virtuais. Não querem nada mais que uma punhetinha virtual, achando q uma Domme tem que efetuar essa tarefa.

Outra coisa que eu vejo é a quantidade enorme de iniciantes, que querem algo sério. Meninos novos. Parecem bastante empenhados. Espero que sejam o que demonstram.

Mas o que mais tem me chocado, é uma coisa chamada covardia. Pessoas que estão há bastante tempo no meio, já tiveram Donas e ficam com medo de uma nova relação. Eu particularmente, dou total abertura ao escravo com quem converso, procuro dar muitas informações, passo meu celular e falo sobre mim. Procuro sempre dar muitas informações, sobre a minha pessoa, para que possam se sentir seguros.

No primeiro encontro, na maioria das vezes, o escravo me pega em meu portão, ou na minha rua. Assim ele já tem uma certa segurança de que eu não vou lhe fazer nada. Mas isso é engraçado, esse medo de mim, me faz achar graça e ao mesmo tempo, quase me ofende. Depois de tanto esforço para ser um pouco conhecida, posso até dar referencias.. mas ninguem quer conversar com outras pessoas, sobre mim, para se sentir mais seguro. É engraçado.

Já vi escravos querendo conversar eternamente para criar confiança.. mas confiança em que??? rs.. Uma conversa na Internet é mais valiosa do que uma conversa ao vivo atualmente?? Olhar nos olhos, não seria melhor?? Ou será que pensam que cada pessoa q conversa, vai aplicar um golpe.. ou montar uma armadilha???? Pode até ser.. mas..

Bem. talvez eu ja esteja podendo dizer: Novos Tempos!!!!


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Quer minha coleira?

Imagem meramente ilustrativa, retirada do site - www.coleiraswz.com 

Antes de eu entregar uma coleira para um escravo, eu preciso sentir, que ele está encoleirado de fato.. não é uma coleira de couro ou metal, que interessa para mim.. Me interessa mesmo é a coleira, que está dentro dele..

É aquela com que eu vou guia-lo, conduzi-lo. Por ela eu vou passar todo o aprendizado. É aquela que nos unirá enquanto ele for meu. Mas que ele sente vontade e orgulho de portar.

Então, por enquanto, eu so tenho uma coisa a dizer: Coleira minha, não vai firmar em qualquer pescoço não. Para usa-la, o escravo tem que fazer juz..

É por ai..
ColeirasWZ, visite o site!

Quem paga pelo prazer no BDSM ?


Quem é que, efetivamente, paga as despesas de um encontro BSM ? .

A minha opinião,, é que o homem deve pagar pelo encontro. Não existe lógica nenhuma, em Dominar e pagar as contas. O sub paga, pq isso é uma forma de gentileza e cavalheirismo que me soam como obrigatórios. Coisa antiga ? Certamente. Sou madura, não procuro exploradores ou homens que não estão com uma vida estabelecida.

Mas, se a própria mulher não se dá ao respeito, descendo do salto, desprezando a etiqueta, fica pagando para ter escravo.. sub.. ou homem.. só sinto por ela. Respeito os fetiches, mas tem gente que não tem o fetiche e se humilha, fazendo isso. Se é fetiche, respeito.

O importante é pensar, conversar e definir o que é adequado a ambos, dentro do São, Seguro e Consensual.

Mas nessa relação, que eu proponho aos escravos, é do jeito que eu quero.. ou simplesmente, não é.

Texto baseado em um texto chamado: Quem paga pelo prazer no BDSM ?

Conceitos e Práticas BDSM


Texto retirado do site dO Carcereiro, que é um site q eu recomendo.

As práticas sadomasoquistas consensuais e fetichistas não são facilmente definidas, pois abrangem um leque de comportamentos onde muitos dos praticantes não apreciam todos os papéis e atividades, estando a descrição detalhada de cada prática BDSM e fetichista, fora do âmbito do presente estudo. Focaremos, no entanto, os termos mais gerais.

O termo “BDSM’, que se refere ao universo sadomasoquista como um todo, envolve todos os seus aspectos - dominação, submissão, bondage, disciplina, sadismo e masoquismo, enquanto “SM” significa “sadomasoquismo” (Paschoal, 2002, p 14). Entretanto, a relação entre os dois termos é análoga à distinção entre os termos “homossexual” e “gay” (Moser, 1996, p 24).

Segundo a perspectiva teórica deste autor, “Dominação e Submissão (DS), implica na transferência deliberada do controle psicológico e sexual de um parceiro para o outro, sem que haja necessariamente, elementos de dor física ou humilhação. O termo “Bondage e Disciplina”, “B&D” ou B/D, refere-se às práticas sexuais com variados tipos de imobilização ou restrição física, enquanto “Disciplina” indica a representação de fantasias que se relacionam à punição/castigo, como por ex, a fantasia “professor/estudante”. “Humilhação” refere-se às cenas de “role-play” nas quais o parceiro dominante detém o controle do poder sobre o parceiro submisso, infligindo e ritualizando torturas psicológicas, como insultos verbais de conotação sexual. Em relação aos termos “sadista” e “masoquista”, existe uma conotação mais fisiológica, de natureza sexual, onde as pessoas experimentam sensações de prazer ao dar e/ou receber cuidadosamente controladas sensações de dor, como no caso de levar chineladas ou chicotadas (Moser, 1996, p 25). Já a palavra “leather” é usada na comunidade sadomasoquista por gays e lésbicas (Moser, 1996, p 63).

Outros comportamentos também geralmente incluídos na prática sadomasoquista são o “age-play”, um fetiche no qual exige-se que o parceiro atue como tendo uma idade diferente, algumas vezes mais velho ou mais novo (representando um bebê, por ex.); a feminização forçada ou voluntária dos submissos masculinos que vestem saltos altos, cintas-ligas e vestimentas femininas (crossdressing) e também jogos sexuais que envolvem urinas e excrementos. Paschoal (2002, p 16) sustenta que “cada um desses conceitos tem aspectos pessoais, individuais e únicos, tais como as pessoas que os praticam…Cada um é livre para escolher qual deles prefere e como prefere….Não há como seguir os vários conceitos de forma literal, já que a criatividade humana e as liberdades individuais são o que há de mais precioso no ser humano”.

Com a mesma criatividade, a comunidade BDSM criou o termo “baunilha” (”vanilha”), para se referir às práticas sexuais convencionais que não envolvem nenhum componente SM (Scott, 1997, p 3). A tríade “Sanidade, Segurança e Consensualidade” (Brame G, Brame W & Jacobs, 1993, p 49) é considerada uma norma básica das práticas não convencionais consensuais e jamais pode ser ignorada ou negligenciada. Paschoal (2002, p 22) afirma que a não existência de qualquer um dos aspectos SSC, torna toda e qualquer relação BDSM totalmente inviável.

Por “Consensualidade”, Moser (1996, p 31), entende o acordo voluntário firmado entre os participantes do jogo erótico, no qual os limites de cada participante são honrados. Esclarece que, não se pode chamar o abuso doméstico que ocorre entre um casal de SM, pois o SM é consensual e o abuso imposto a um parceiro não é. Podemos usar como exemplo o intercurso sexual e o estupro, onde o primeiro é consentido e o segundo é imposto sob coação. Portanto, a diferença entre o sadomasoquismo e a verdadeira violência, encontra-se no consentimento informado (”informed consent”) [Moser, 1996, p31]. A “Sanidade” refere-se à conscientização do que os participantes estão fazendo numa cena SM: trata-se de uma fantasia e que não corresponde à realidade. Certas práticas BDSM implicam em riscos consideráveis. Nesse sentido, o conhecimento do parceiro, o estabelecimento de limites e saber os riscos inerentes a cada prática, são fatores importantíssimos para que o jogo erótico BDSM seja seguro e prazeroso. Vale dizer também, que segurança engloba também algumas proibições. Como é extremamente importante que se tenha completa consciência sobre o que se está fazendo, o uso do álcool e de qualquer tipo de droga é severamente desaconselhado antes ou durante a cena ou jogo BDSM (Paschoal, 2002, p 27). Caso algum limite físico ou psicológico seja ultrapassado, o uso da “safeword” ou “palavra de segurança” restabelece os limites da segurança física e emocional dos participantes e o jogo é imediatamente interrompido.(Paschoal, 2002, p 25).

Segundo Brame, G, Brame, W & Jacobs (1993, p 358), a origem da palavra fetish vêm da palavra em português feitiço e consta que foi usada pela primeira vez por exploradores portugueses do séc. XV para descrever figuras sagradas. No seu sentido antropológico o fetiche está ligado à artefatos sagrados investidos de poderes espirituais. Para os fetichistas, o fetiche erótico é o próprio símbolo do divino, podendo excitar e mesmo induzir os seus devotos ao êxtase. Exemplos de fetiches eróticos são encontrados naqueles que admiram um par de sapatos, ao invés do pé que o veste; ou então o próprio pé é considerado extremamente excitante, em detrimento do corpo humano como um todo. Todos os seres humanos são fetichistas em algum grau. Na cultura brasileira, as nádegas são objeto de adoração nacional, enquanto na cultura americana, há uma extrema valorização dos seios. Na China, um pé feminino pequeno é extremamente sexy. Isso demonstra que diferentes culturas elegem seus próprios fetiches. Como Paschoal (2002, p 6 muito bem ilustra, “um fetiche seria uma preferência específica dentro de um universo de possibilidades…o BDSM está mais para uma fantasia repleta de fetiches. Assim como um masoquista prefere (ou tem o fetiche de) receber dor, ou ser torturado exclusivamente com cordas; ou com velas; ou com gelo; ou com todas as alternativas; ou com nenhuma delas. O sádico prefere ( ou tem o fetiche de ) causar dor. Tudo são fetiches”.

No tocante à realidade brasileira, a Internet tornou-se um poderoso veículo para a procura de informações e contatos de pessoas que se interessam pelas práticas eróticas sadomasoquistas e fetichistas, contribuindo largamente para a formação de uma subcultura “virtual” de minorias sexuais. O movimento BDSM brasileiro encontra-se num estágio embrionário, mas crescente.
Segundo os artigos sobre SM disponibilizados em seu website (www.ncsfreedom.org.), a NCSF esclarece que o Sadomasoquismo não é abuso nem violência doméstica, sendo este último “um padrão de comportamento intencional de intimidação com o objetivo de coagir ou isolar o outro parceiro sem o seu consentimento”(www.ncsfreedom.org/what.htm), opostamente ao que ocorre nas práticas BDSM, onde os parceiros envolvidos concordam sobre tudo o que vai acontecer no jogo erótico, além de serem pessoas muito bem informadas sobre as possíveis conseqüências na troca erótica do jogo de poder. Esclarece ainda que a violência doméstica pode ocorrer em qualquer grupo de pessoas, inclusive entre os que praticam SM, mas com a diferença de que dentro da comunidade sadomasoquista, a violência doméstica não é perdoada e suas vítimas e abusadores são encorajados a procurar ajuda especializada.

Texto completo em PRÁTICAS SEXUAIS DITAS “DESVIANTES”: PERVERSÃO OU DIREITO À DIFERENÇA?

quarta-feira, 4 de setembro de 2013


A minha visão sobre BDSM é que é um modo/meio de realizarmos nossas fantasias, com parceiros com fantasias iguais ou semelhantes. Existem regras e devia existir a ética.
Somos uma minoria e como todas as outras, devíamos no unir. Mas o que vejo é só DESUNIÃO.
Procuro me informar e continuo estudando. Meu início não foi com um curioso, foi com um escravo extremamente experiente, com o qual, aprendi muita coisa.
Minhas sessões são sempre regadas de conversas e entendimentos, tenho sempre em mente as 3 letrinhas (SSC – São, Seguro e Consensual). E por isso, sempre estou atenta ao que pode gerar qualquer prática. Se não há consensualidade, nada vai acontecer.
Todas as vezes que inicio com um escravo, eu começo qualquer prática do zero, as vezes alguns tem medo do Cock Crushing, pq existia uma descrição de que era esmagamento do pênis, com os pés, mas não é bem isso, é pisar no pênis.
A intensidade, pelo menos inicial, é dada pelo escravo, é ele quem vai me dar o ponto de Continuidade, pois a partida sempre será leve.
Outra coisa que eu sempre tive em mente, é que para se construir uma relação D/s é necessário que o escravo seja fixo e assíduo, pois não há como se evoluir numa relação sem frequência, com uma esporacidade enorme. Freqüência, dedicação, empenho e comprometimento, farão com que a D/s seja real e não uma teatralização.
Dominação virtual, não faço, posso até fazer dominação a distância com um escravo que é meu, não sirvo a aventureiros virtuais. Já aconteceu, mas me sinto obedecendo ao desejo dele e não o meu. E nessas relações, o escravo se satisfaz e nunca mais aparece. Então nem para dar continuidade a uma dominação a distancia, servem.
No início de uma negociação, eu deixo claro sempre o que eu gosto e pergunto os limites dos escravos. Tenho em mente, ser servida por dois escravos, com ou sem contato um com o outro, mas não dou exclusividade a ninguém.
 Não quero romance, isso não é a minha prioridade, mas também não sou fechada, se acontecer, mas não estou procurando namorado, amante ou marido, procuro um submisso, e são pouquíssimos os que sabem o que é isso.
BDSM, no caso do FEMDOM, não necessariamente tem que vir acompanhado de penetração. Eu transo com quem quero e quando quero, atualmente prefiro escravos, e se tiver que ter sexo, será com ele, mas nem por isso eu não os mantenho na seca, ou no cinto.

Tenho vários desejos, que com certeza vou realizar, alguns, já realizei e foi muito bom. Outros vejo um certo medo, dos escravos toparem. Isso talvez, dificulte a minha busca, mas já tenho tempo suficiente nesse meio para saber que tem que haver Perseverança, sem ela, não conseguiremos nada.

Algumas Práticas que Eu Gosto.


Começo com duas, que são essenciais...

Safer Sex: (inglês) Sexo Seguro. Como o uso de camisinhas ou luvas p/fisting.

SaferWord: É uma palavra ou série de palavras-códigos que são utilizadas em BDSM com o significado de cessar uma cena ou sessão.

Adoro qualquer coisa com os pés...
Barefeet: Pés descalços.
Dangling: É aquela balançadinha de sapato que a mulher fica displicentemente fazendo, às vezes sem perceber, com as pernas cruzadas, meio que batendo eventualmente o solado na sola.
Footjob: Masturbação com os pés
Worship: Acariciar, beijar, lamber e morder os pés.
Bastinado: É o ato de bater nas solas dos pés.
Cock Crush: Pisada, no pênis.

e essas práticas em especial...

CBT - Tortura de Genitais
Controle de Rotinas Diárias
Biting: Morder em várias partes do corpo.
Bondage (cordas)
Crossdressing (Vestir roupa do sexo oposto)
Caning (Espancamento com cane)
Controle Sexual
Cinto de Castidade
Crushing – esmagamento com os pés.
Cunnilingus - (oral)
Dominação psicológica
Dog Training/play
Exibicionismo com foto, sem o rosto
Face Slapping (tapa na cara)
Face Sitting (sentar no rosto)
Feminização
Food-rituals (rituais/jogos com comida)
Forced Bi
Gagging (mordaça)
Gelo
Hot Wax(Cera quente - Vela)
Humilhação
Imobilização
Interrogatório
Inversão de Papeis
Kicking (chute)
Mumificação
Podolatria
Prendedores
Privações (Visão/ Audição/Fala/Movimentos/Gozo)
Poney boy/ PoneyPlay
Paddling (palmatória)
Socratismo (Estimulação anal por Introdução do(s) dedo(s))
Spanking (espancamento/surra)
Tortura de Mamilos
Tortura Psicológica

E mais algumas, que com o tempo, irei me lembrar.


Perfil do meu escravo.

Não é pq é escravo que tem que ser um gatinho. (Eu escrevi, há algum tempo, dois textos, que mesclei e fiz esse aqui)
Não sei se acontece com as demais amigas.. Mas eu tenho um perfil, de escravo que eu desejo..
No momento, minha busca tem sido difícil, pois excluí a inversão das práticas que eu gosto e CD tb. Então, tenho visto que está cada dia mais difícil para eu achar o escravo. Mas, vou encontrar.
O perfil de escravo para mim é:
Acima de 39 anos, não sinto nenhuma atração por escravos com cara de bebê, novos,  muito novos. E não há sabor algum em Dominar um cara mais novo (na minha opinião).
Tem que ser Livre. Já tive escravo casado e não quero mais. Nunca pude usar o chicote, com vontade, porque marcas eram proibidas, sempre tive que "segurar a mão", pq não podia errar. Me castrei, me contive e pra que?? Tb o tempo deles é limitado e se torna, quando eles podem ou quando a outra Dona (esposa), permite. To fora!
Escravo meu tem que ser livre e estar disponível. Quero CUMPLICIDADE, então, nada de sessão para matar a vontade, sempre deles. Quero CONTINUIDADE, para poder ter muito mais que um "Olá, quanto tempo, que saudade!!!" e algumas horas depois um tchau, e sabe-se lá quanto tempo para voltar, se voltar.
Quero escravo REAL, presencial, em carne, ossos e gemidos.
Tem que entender que BDSM é via de mão dupla,  prazer para lá e para cá. Mas o foco é o MEU prazer, eu mando, sou eu quem tenho o direito de dizer EU QUERO.
Tem que ser ATIVO. Essa coisa de escravo passivo para mim não dá.
Gosto de escravos experientes, esse papo de "senti de repente, que sou submisso e quero experimentar", não engulo.
Escravo que tenha feito alguma bizarrice, tá fora! Encheu-se de fazer scat, e quer me lamber?? Sai prá lá, isso me dá nojo.
Escolher. Dá um trabalho danado.São várias etapas, começa no bate papo, no fetlife e em outros  meios, algum tempo de papo,  de observação, de atenção com o que é falado. Daí, se aproxima a hora de ir para real. Atualmente não curto ficar esperando muito para ir para o real, pois evita que eu fique perdendo horas, com papo que não vai dar em nada, por casa da química ou por causa das coisas que no real, acabam ficando bem diferente do que o escravo diz.
Eu tenho que sentir que há algo,  algo que me dê vontade de tomar aquele escravo para mim, não é a beleza, é um algo mais.
O que não quero, é bem mais fácil de listar.
Não quero que ele tenha uma relação baunilha em sua vida
Não quero um escravo que ja venha "pronto
Não quero o escravo, que mantenha os olhos baixos., mas que não acate minhas ordens.. Distante, finge que está fazendo tudo, quando na verdade, não cumpre nada..
Não quero o escravo sem tempo.
Não quero escravo sem beleza, nem que seja interior..
Não quero o escravo que vem com aquele papo de "pago suas contas.. te dou joias, presentes caros" Eu heim, não faço da Ds uma forma de aumentar meus rendimentos. Eu trabalho e espero que o escravo também.
E o que eu quero?
Quero o escravo carinhoso, amigo, maduro, inteligente, sensível, com bom senso, corajoso, desafiador, bem humorado e principalmente que tenha comprometimento com a nossa proposta.
Aquele que se entrega, mesmo quando preciso discutir uma prática, tintim por tintim. Mesmo que eu tenha que convencê-lo, um pouquinho de cada vez, pois é uma novidade para ele.
Quero aquele que está disposto a me agradar, a se doar e até, (e porque não????), me aconchegar. Quero o escravo com essência.
Aquele que sempre me diz: "Eu não sei o que é isso, mas a Sra pode fazer, pq sei que a Sra quer muito experimentar!!" Como é bom saber que ele confia tanto em mim, que me entrega seu corpo, para o que der e vier..
Gosto daquele escravo, que guardou prestou atenção em nossas conversas.  Ele sabe o que eu gosto, o que eu não gosto, sabe a marca do meu cigarro, as minhas práticas favoritas.. O jeito que eu gosto disso ou daquilo. Sabe que eu gosto de ter água mineral com gás na sessão. Gosto do escravo que realmente presta atenção nas coisas que são ditas. Ah, como eu gosto dessa atitude!
Gosto do escravo que sugere, sem insistir e principalmente, aquele que quer estar presente.
Gosto do escravo galante, gentil, que abre a porta do carro,  que segura a minha mão para sair do mesmo. Que acende meu cigarro e que está sempre perguntando se eu quero algo. Preocupado com meu bem estar.
Gosto do escravo real, não gosto de escravo virtual, que na maioria das vezes está de firula atrás do monitor.. Gosto de pele, de cheiro, do suor e de tocar com os dedos, as marcas que fiz ou seu gozo e dar-lhe para lamber..
Gosto do escravo que uma pequena ordem, é uma ordem cumprida. E não titubeia, se ela for uma grande ordem. Escravo disposto.
Gosto do escravo que me faz rir. Que faz meus olhos brilharem. Que faz com que eu pense que a próxima sessão, vai ser bem melhor e acaba me estimulando a bolar coisas maravilhosas.
Gosto do escravo que me liga, só para dizer: Bom dia, minha Rainha, que seu dia seja maravilhoso!!
Esse é o escravo que procuro! E esse texto é uma grande dica!


Quem sou?


Quem sou eu??? Se me perguntasse isso, há alguns anos, eu diria: "Nossa, não sei definir quem sou.. me sinto completamente deslocada desse mundo!!" Era o mundo baunilha, e eu sentia que esse não era meu lugar.
Hoje, com 49 anos, completos, ja tendo passado por vários cantos da vida.. por várias fases, vários lugares, me encontro aqui novamente,bem mais ciente de meu lado Dominador/Sádico, ciente de que não sou igual a ninguém. E que ninguém tem o direito de julgar ou me tirar essa felicidade.
Como Domme, sou diferente. Não sou igual as tradicionais, apesar de estar bem perto do que elas pensam e não sou igual as mais novas, que estão se afastando da Liturgia.  Se elas estão certas e eu erradas, não sei, só sei q eu não sou assim. Por ser extremamente tranquila, muita gente questiona meu lado dominador e sádico, mas eu acho q esse meu lado é puro erotismo, prazer, só compete a mim e ao meu parceiro, seja ele masoquista ou submisso.  Sinto prazer nas práticas que faço, mas não preciso ser a Durona, 24h por dia.
Aprendi isso, lendo a Rainha Frágil (de quem me tornei fã), numa entrevista. Ela diz: "Eu adoro ficar toda menina e me aconchegar nos braços do meu escravo preferido e também gosto de passar horas jogando conversa fora. Adoro quando vamos ao cinema de mãos dadas. E gosto mais ainda do fato de que apesar de tudo, em nenhum momento perdemos o fio da relação D/s.Durante todo o tempo ele esta demonstrando sua submissão. Em pequenas atitudes, como sorrir pra mim, sentar-se a meus pés, ou apenas abrindo a porta do carro. É lá pelas tantas, em nossa intimidade que o jogo recomeça. É muito bom assim e é assim que eu brinco também com os escravos eventuais. Todos os meus relacionamentos são baseados em confiança e respeito. Tudo tem que ser tranqüilo levando sempre em consideração o ambiente em que nos encontramos e, claro, os nossos desejos." (conheça mais sobre essa mulher fantástica e seu Frágil Reino)
Pois é exatamente assim que eu penso.. não que eu seja duas, ou mais pessoas, sou uma só, mas que tem vivências diversas em vários momentos. Sei que para mim, hoje, vai ser muito difícil, viver abaunilhada.. depois das práticas que tive, então desisti por completo dessa vida e me sinto muito bem com isso.
Não tenho vergonha alguma de mostrar minha cara e assumir meu lado "D", da relação D/s... Ou meu lado "S" da relação SM, uso a minha foto no skype e assim que lembrar de comprar uma cam, não me importo de mostrar o rosto,  não tenho vergonha do que sou, nem tenho porque me esconder. Assumo esse lado, como assumo ou assumi tudo o que faço na minha vida.
Bem, mas quem sou eu?? Tenho 49 anos, escorpião com ascendente em sagitário, Mulher antes de ser Domme e uma Domme diferente. As vezes tímida, as vezes louca.. aflorando como Rainha... Desabrochando ainda como Mulher, se posicionando como Mistress, pela paciência e vontade de ensinar o pouco que sei. Mas em práticas, não sou nada boazinha.
Vivo em constante aprendizado, sou curiosa e por conta disso achei alguns mestres e com eles aprendo. Achei amigos, que tenho como pedras preciosas, guardados na minha caixinha de jóias, que é chamado coração. Enfim, achei meu caminho e a minha liberdade. E continuo buscando, o que todo mundo busca: Ser Feliz!! Cada dia, mais!

Essa sou eu!! ;)